Imagens
As imagens abaixo foram realizadas em fevereiro de 2010 pelos artistas em Fordlândia/PA.
Conversa sobre algumas imagens:
Date: Thu, 12 Aug 2010 11:30:25 -0300
Subject: Re: revista idéias
From: lidiasanae@gmail.com
To: luana_navarro@hotmail.com; arthurdocarmo@yahoo.com.br
bjs
Em 12 de agosto de 2010 11:36, Luana Navarro <luana_navarro@hotmail.com> escreveu:
é na realidade não é qualquer casa, é a vila americana,
acho que só pra ter uma idéia está ok, já que a edição não é definitiva.
Date: Thu, 12 Aug 2010 12:05:16 -0300
Subject: Re: revista idéias
From: lidiasanae@gmail.com
To: luana_navarro@hotmail.com
Em 12 de agosto de 2010 12:06, Luana Navarro <luana_navarro@hotmail.com> escreveu:
então, mas se vc não escrever eu não posso adivinhar sobre o que você está falando.
mas entendo que talvez haja uma repetição já que á tem a imagem do hidrante com o filme queimado.
Em 12 de agosto de 2010 12:13, Lidia Sanae Ueta <lidiasanae@gmail.com> escreveu:
Date: Thu, 12 Aug 2010 12:24:50 -0300
Subject: Re: revista idéias
From: lidiasanae@gmail.com
To: luana_navarro@hotmail.com
Date: Thu, 12 Aug 2010 12:24:50 -0300
Subject: Re: revista idéias
From: luana_navarro@hotmail.com
To: lidisasanae@gmail.com
na realidade a conexão da edição que fiz foi:
das coisas se deteriorando no campo do visível, ou seja, as imagens
do arthur do hospital em que tudo aparece como ruína e uma espécie de dicotomia
entre a luz e o tempo que se fecha sobre este espaço, por isso as imagens da tempestade
se formando que trás a idéia não só de passagem de tempo, mas também de movimento no lugar
ao que me parece o movimento que se tem por lá é quase que unicamente um movimento da própria
natureza em si. a imagem do menino e da senhora no bar me trás isso, mas no campo das relações humanas.
a imagem queimada já me joga para o nível do que está desaparecendo no campo do que não é visível
ou seja não se constitui como imagem mas sim cultura, modo de vida, coisas que não são passíveis de visualização
porque estão na esfera do impálpavel e a fotografia não dá conta de falar disso. por isso resolvi manter a imagem.
Date: Fri, 13 Aug 2010 04:37:56 -0300
From: arthurdocarmo@yahoo.com.br
Subject: Res: revista idéias
To: luana_navarro@hotmail.com; lidiasanae@gmail.com
Ei, meninas. Estou meio confuso com a discussão de vcs. Mas acho que tem uma discrepância nas imagens de violência da natureza e a
deteriorização do lugar pela falta de infraestruturas básicas. É um duplo sofrimento, se formos pensar na condição humana. O apagar da
cultura e o ser apagado pela natureza. Voltamos então aos frutos de duas sobras. Não sei onde pode estar o ponto de confluência, bem
possível que na dinâmica resultante das duas forças negativas (se pensamos em condições técnicas de progresso e “bem estar humano”).
A Luana faz outra divisão ao colocar a imagem da casa com o filme queimado, pois soma-se ao cenário do parece ser uma catástrofe
natural, uma outra coisa, não sei o que é, a casa na imagem está super bonita, entretanto aí então é o filme que aparece detonado.
Sobre o blog, curti o layout de entrada, os links pras páginas são super maneiros, mas achei pouco funcional a maneira que ele permite
ver as imagens. O espaço pra uma possível logo melhorou muito também. Mas faltou os links dos outros sites. Também curti as cores.
Seguem algumas idéias pra logo, trabalhei só em cima de uma idéia, mas vejam aí o que acham. Ok?
beijos,
Arthur.
Re: revista idéias – Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010 19:41:43
De: Lidia Sanae Ueta <lidiasanae@gmail.com>
Para: Arthur do Carmo <arthurdocarmo@yahoo.com.br>; Luana Navarro <luana_navarro@hotmail.com>
Puxa, pessoal foi mal o meu comentário… era só uma opinião. Mas, que fique claro que eu gosto muito de todas as imagens, principalmente a que está na página de início e também curto a edição, salvo a tão falada foto do filme queimado. Mas compreendo o motivo e decisão e que assim fique realmente. O que me vem mais forte é a suspensão do tempo, no sentido de abandono mas com uma forte presença e “carga” humana. De um por vir incerto.
Querer-se há se bebericar em despistes nada cerimoniosos, nesse curto espaço de tempo onde o longínquo é perto e o perto é longinquo. Então de que vale discutir o filme queimado, se queim amos o filme toda hora, todo o tempo, mesmo sem perceber para nós, ele está lá e é visível para os outros, e uma vez queimado o filme, pode se distruir provas ou apagar sentimentos. A diferença entre o que velou e o que não velou é o sentimento que se tem em relação a ocular que não se é possível imaginar o real. Então é isso, cada um tem sua opinião e eu concordo um pouco com cada um.
Bjs e eu te adoro!
Dezembro 19, 2010 às 5:40 pm